Coleguinhas!

07.12.2010

Saindo para o mercado mais uma fornada de bons jornalistas: Evandro Pimentel, Gustavo Uribe e Raíra Venturieri, aprovadíssimos pela banca de seu TCC Vade retro: a palavra tem poder? Depois de judiarem um pouco dos jovens talentos, o produtor Max Eluard e os professores Pedro Ortiz e Wellington de Andrade reafirmaram os méritos e a vocação do trio, apontando inúmeros pontos positivos do documentário. Fiquei orgulhosa por participar, afinal tive a honra de ser uma das entrevistadas quatro meses atrás, quando a realização era apenas um esboço.

Dito e feito, prometi e cumpri: lá estava eu no gargarejo, registrando, aplaudindo e me emocionando. E como conclusão de curso merece um rito, até do chopinho pós-aclamação-do-sucesso eu participei com a galera. Uma boa nova vida aos jovens profissionais da Imprensa. Que continuem motivados, honrando este nosso ofício de levar a melhor informação possível aos leitores, internautas e telespectadores. Sigo aguardando uma prometida cópia para assistir ao documentário completo – na banca, tivemos apenas um teaser, com gostinho de quero mais. Sucesso na vida, queridos! Estamos por aqui para o que precisarem!

fonte: http://comunicacao.posterous.com/coleguinhas


Entrevista a alunos do Jornalismo da Cásper Líbero

18.08.2010


Entre uma postagem e outra, recebemos colegas da Faculdade de Jornalismo Cásper Líbero para entrevista que integrará o documentário a ser apresentado no seu TCC. Os jornalistas Raíra, Gustavo e Evandro, acompanhados pelo cinegrafista Tyrone, queriam saber um pouco sobre a visão da PNL – Programação Neurolinguística – no que se refere ao tema por eles explorado: a relação entre palavra e magia no léxico brasileiro.

Fui pautada em vista de minha dissertação de Mestrado, em que estudei o poder persuasivo das palavras segundo a PNL.  Foi um bate-papo agradável e descontraído, até minha mascote Suzana deu o ar de sua graça durante a entrevista, embora se mostre um pouco tímida na foto…

Agradeço aos colegas pela oportunidade da divulgação dessas ideias, torço para uma boa edição do documentário e, sem dúvida, assistirei à defesa do TCC, que deve ocorrer no final destre ano.

fonte: http://comunicacao.posterous.com/entrevista-a-alunos-do-jornalismo-da-casper-l


Visitando o Arquivo Público sem sair de casa

14.08.2010

A vida cultural na cidade de São Paulo é tão intensa que, às vezes, fica fácil colocar a culpa na falta de tempo e não fazer nada. Mas agora, nem essa desculpa você tem mais.

O Arquivo Público do Estado de São Paulo, um dos maiores do país, com mais de 900km lineares de documentos, está digitalizando o seu acervo e disponibilizando-o em seu site. Parte desse conteúdo vem em forma de exposições virtuais, divididas em salas e tudo mais.

A exposição atualmente em cartaz no site é a “Futebol no Brasil: das origens à popularização”. Em suas oito “salas”, é possível conhecer em textos e fotos a história de como o esporte se tornou uma paixão nacional. Para visitar a mostra, basta clicar aqui. A entrada é Catraca Livre.

Matéria publicada no site Catraca Livre no dia 13 de agosto de 2010.


O que meu pai me ensinou sobre livros

30.04.2010

As lições que José Mindlin deixou ao filho Sérgio são também um legado a quem quer viver melhor

Por Evandro Pimentel

Ler pode ser um prazer tão viciante – e servente ao seu bem-estar – quanto malhar ou fazer sexo. José Mindlin, o mais conhecido bibliófilo brasileiro, era prova disso. O empresário e colecionador faleceu em 28 de fevereiro, aos 95 anos, com sua famosa máxima cumprida: “A gente passa, os livros ficam”. Deixou à Universidade de São Paulo 17 mil obras sobre o Brasil. Era parte da coleção de 40 mil títulos que ele começou aos 13 anos. Uma paixão pela leitura tão gigante, quanto contagiante. “Costumo ter mais de um livro à mão. Gosto de alternar as leituras”, atestou Sérgio Mindlin, executivo do ramo de responsabilidade social empresarial. Depois contou à MH o que de inesquecível aprendeu sobre livros com o pai…

> O treino da imaginação
Ler ajuda você a ter ideias novas. É um exercício infalível a todo mundo que quer pensar melhor.

> A força do exemplo
Filhos de pais que leem muito querem ler muito. “Um dia, meu pai contava a amigos que minhas irmãs adoravam ler e eu, com apenas 5 anos, interferi: ‘Eu também gosto, mas ainda não sei!’”.

> A vantagem de compartilhar
Colecionar livros não se trata apenas de juntá-los, mas de perceber o conhecimento que trazem, preservam e que transmitem.

> O incentivo à superação
O livro encoraja, ainda mais se usado como prêmio de reconhecimento a um esforço. “Quando eu estava aprendendo a andar de bicicleta, sempre que levava um tombo ganhava um livro do meu pai.”

> O devido cuidado
Trate bem o livro para esticar a vida dele – e a de seus benefícios. “Tire-o da estante apoiando seus dedos por cima do livro – não puxe apenas a lombada. Vire a página levantando a borda do alto – a lambida no dedo estraga o papel”. Desse jeito, manuseie-o à (e com) vontade: “Livros não são objetos inatingíveis!”

Matéria publicada na edição de abril de 2010 da revista Men’s Health (Editora Abril).


Edição Extra – fevereiro

08.02.2010

Programa exibido pela TV Gazeta em 07/02/2010.


Edição Extra – janeiro

04.01.2010

Programa exibido pela TV Gazeta em 03/01/2010.


Edição Extra – dezembro

18.12.2009

Programa exibido pela TV Gazeta em 06/12/2009.


Edição Extra – novembro

10.11.2009

Programa exibido pela TV Gazeta em 01/11/2009.


Edição Extra – outubro

05.10.2009

 

Programa exibido pela TV Gazeta em 04/10/2009.


‘Não aguento Ana Carolina’

25.07.2009

Carlos Miranda, jurado do ‘Qual é o seu Talento?’, que estreia no dia 5 de agosto no SBT, falou à coluna sobre as gravações do programa.

Você acredita que o programa revela talentos de verdade?
Me surpreendi muito com um tenor e com a Marjorie, uma cantora de sete anos muito talentosa. Mas também tem aqueles caras que ficam cantando Ana Carolina na sua orelha, aí não dá pra aguentar.

O que você acha do sucesso do sertanejo universitário?
Não gosto de nada universitário. Sertanejo, forró, pagode… O universitário de hoje perdeu o caráter transgressor, revelador, e só está fazendo coisa rasteira, vazia. Isso mostra como o nível da cultura brasileira está uma vergonha.

Matéria publicada no caderno de variedades da edição de 24/07/2009 do Jornal da Tarde.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.